Senhas de atendimento pautam reunião entre CRCDF e Receita Federal

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Com o objetivo de expor as dificuldades enfrentadas pelos profissionais e pedir melhoras no serviço de distribuição de senhas da Receita Federal, o presidente do CRCDF, Adriano Marrocos, acompanhado pela vice-presidente de Administração, Darlene Paulino Delfino Lunelli, e pelo conselheiro Fernando Emílio Ferrari Sabino, reuniu-se na última quinta-feira (01) com o superintendente da Receita, José Oleskovicz e com o superintendente adjunto, Onássis Simões da Luz.

No encontro, os representantes do Conselho conversaram sobre os reflexos do fechamento do posto de atendimento da Receita em Taguatinga, medida que teria impactado de forma negativa os empresários, que agora estão com dificuldades em conseguir senhas e tiveram aumento nos custos com o deslocamento para resolver pendências ligadas ao órgão.

Os representantes da Receita argumentaram que a medida foi tomada como parte do ajuste que vem sendo feito pelo Governo, visando a redução de gastos. Outra explicação é que a falta de funcionários prejudica o atendimento. O superintendente adjunto, Onássis Simões da Luz, explicou que existe uma proposta de instituir um atendimento de orientação, que funcione como uma espécie de triagem e melhore a produtividade e a efetividade no atendimento prestado pela Receita.

Adriano Marrocos lembrou o bom relacionamento com o delegado da Receita Federal em Brasília, Adalberto Sanches e citou demandas da classe contábil que já foram atendidas pelo mesmo. O presidente do CRCDF sugeriu a criação do Grupo de Apoito Técnico de Integração entre o CRCDF e a SRF, com representantes das duas instituições, visando sugerir melhorias e ajustar demandas. Neste momento, o superintendente da Receita, José Oleskovicz, parabenizou a iniciativa e registrou que as demandas apresentadas pelo grupo serão encaminhadas às áreas técnicas da SRF, com seu apoio pessoal.

A vice-presidente de Administração, Darlene Paulino Delfino Lunelli, apresentou problemas relacionados ao Registro e Licenciamento de Empresas (RLE). Segundo ela os profissionais estão encontrando, limitações para abrir empresas com o próprio CPF. Ela explicou que, por estar envolvido no processo, o contador precisa que essas limitações sejam derrubadas.