CRCDF e Superintendência do Trabalho voltam a discutir homologação da rescisão de contrato de trabalho

O prazo para homologação de rescisão de contrato de trabalho em Agências Regionais fez com que o CRCDF tornasse a procurar a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Distrito Federal (SRTE/DF). Para tratar do assunto o presidente do CRCDF, Adriano Marrocos, acompanhado pelos conselheiros Alan Carlos Barroso de Sousa, Roberto Estevão Ribeiro de Castro e pelos representantes do Conselho em Sobradinho, Pedro Gomes Cardoso, em Planaltina, Armias Pereira de Matos Neto, no SIA, Antonio Luiz da Silva, e ainda a representante adjunta em Taguatinga, Fernanda Veras Oduaia, reuniu-se na quinta-feira (09) com representantes da SRTE/DF, o superintendente regional do Trabalho e Emprego no DF, Beltides José da Rocha, o chefe da seção de Políticas do Trabalho, Emprego e Renda (Septer), André Ricardo Ferreira Azevedo, e a chefe da seção de Relações do Trabalho, Ana Maria de Souza Lavagnolli.

Foram repassadas observações e sugestões sobre o atendimento prestado nas Agências. Um dos pontos foi a demora na inclusão das procurações encaminhadas. Ao ouvir a reclamação, os representantes da Superintendência sugeriram o envio do documento diretamente para as unidades de Taguatinga, Sobradinho, Gama e Plano Piloto, a fim de agilizar o processo. O CRCDF também questionou sobre as homologações na unidade de Sobradinho, que estariam suspensas.

Na ocasião os representantes do CRCDF cobraram retorno de demandas apresentadas na reunião realizada em julho do ano passado clique aqui para ler a matéria. Alguns pontos aguardam resposta, pois ainda não foram encaminhados aos setores correspondentes.

Outro pedido apresentado pelo CRCDF foi para que o atendimento na unidade de Planaltina seja feito por ordem de chegada, por meio da distribuição de senhas. Na ocasião a chefe da seção de Relações do Trabalho, Ana Maria Lavagnolli se comprometeu a questionar o Ministério do Trabalho sobre a possibilidade de produzir uma norma técnica, que possibilite a padronização dos procedimentos e aprimore o atendimento prestado, reconhecendo que, muitas vezes, esse atendimento é prejudicado por falta de treinamento ou despreparo dos funcionários, resultando em informações repassadas com divergências.